A dispensa discriminatória ocorre quando o trabalhador é demitido por motivos ilegais, violando princípios fundamentais do direito do trabalho e da dignidade da pessoa humana. Esse tipo de demissão é proibido pela legislação brasileira.
Se você acredita que foi vítima de demissão discriminatória, saiba que é possível buscar atendimento com uma advogada trabalhista online, com atuação em qualquer região do Brasil.
O que caracteriza a dispensa discriminatória?
A dispensa discriminatória pode ficar caracterizada em diversas situações, como por exemplo:
- demissão em razão de gravidez;
- demissão de trabalhador com doença grave ou estigmatizante;
- demissão após acidente de trabalho;
- demissão de pessoa com deficiência;
- demissão relacionada à idade do trabalhador;
- punição indevida por afastamentos médicos frequentes;
- demissão motivada por gênero, orientação sexual, raça ou crença.
Em todas essas hipóteses, a empresa não pode utilizar motivos preconceituosos ou ilegais como justificativa para romper o contrato de trabalho.
Quais são os direitos do trabalhador?
Quando comprovada a dispensa discriminatória, o trabalhador pode ter direito a:
- reintegração ao emprego;
- indenização substitutiva, se não houver retorno ao trabalho;
- indenização por danos morais, em razão da violação de direitos de personalidade;
- pagamento dos salários e demais verbas referentes ao período de afastamento.
As consequências variam conforme o caso, decisões judiciais aplicáveis e provas apresentadas.
Como comprovar a dispensa discriminatória?
A comprovação da dispensa discriminatória pode ocorrer por meio de diferentes tipos de provas, como:
- documentos médicos e laudos que indiquem doença ou condição de saúde;
- mensagens, e-mails ou áudios que revelem o motivo real da demissão;
- testemunhas que confirmem condutas discriminatórias no ambiente de trabalho;
- histórico funcional do trabalhador e mudanças repentinas de tratamento;
- condutas do empregador antes da demissão, como rebaixamento injustificado ou isolamento.
Uma advogada trabalhista pode auxiliar na organização dessas provas e na definição da melhor estratégia para buscar reintegração ao emprego ou indenização por dispensa discriminatória.
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